Está estranho. O dia, o mês, o ano, as pessoas, inclusive eu.
C   redit
Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo.
Caio Fernando Abreu. 
"como vai a vida?" "bugada"
Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás.
Caio Fernando Abreu 
Eu não fumo, eu odeio cigarro, eu odeio atravessar a festa inteira pra chegar até lá fora, eu odeio a amizade instantânea das rodinhas de fumantes que não se conhecem, eu odeio festas em geral, eu odeio papos de festa, eu odeio conhecer gente que não tem nada a ver comigo, e sorrir para os papos mais furados do mundo. Eu sei, eu deveria beber. Mas pra quê? Pra achar essas pessoas legais? Pra suportar o insuportável? Sou cínica demais pra dar esse gostinho ao mundo.
Tati Bernardi. 
Sou dessas que acredita que um abraço cura as dores. Que sorrisos restauram corações. Dessas poucas que acreditam que o amor não é esse monstro que alguns dizem ser, e que vale a pena investir nele. Não me importo em dizer “sinto sua falta” e acho mesmo que a gente tem que arriscar de vez em quando. Engolir esse medo de dar errado, apagar o “E se”, e buscar ser feliz. Não se há garantia de felicidade, mas não tentar é ainda pior. Digo, sinceramente, qual a graça de viver sem amar? Qual o mérito em ser insensível? É só olhar em volta, e perceber o quão maravilhoso é estar vivo. E enquanto alguns vivem de saudade e morrem de dor, eu prefiro matar meu orgulho e morrer de amar.
A menina e o violão. 
Desculpa meu jeito,
meu mau jeito,
falta de jeito.
Clarice Falcão.